
Verity (2026 / Michael Showalter)
O filme tem um set-up divertido e uma estética que nos remete a suspenses dos anos 90 — o casting, a fotografia, as locações, tudo é glamouroso e tinha potencial para resultar em algo como
Louca Obsessão ou até clássicos mais antigos como
Rebecca, a Mulher Inesquecível. Mas, como de costume, o roteiro do filme é seu calcanhar de Aquiles. A produção é praticamente arruinada por comportamentos artificiais e reviravoltas que parecem ter sido escritas por uma criança de 10 anos. Tenho frequentemente a impressão de que o QI médio dos roteiristas de Hollywood despencou uns 30 pontos nas últimas décadas.
Verity é mais um caso do Idealismo tentando fazer um comeback, mas não conseguindo direito por deficiência no
Fator G.
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